O DESIGN do FUTURO nos surpreendeu na forma de apresentar coisas complexas com muita simplicidade. E as Lideranças de nossos Hospitais conseguiram projetar cenários de investimento e retorno com muito mais rapidez que usando os instrumentos convencionais de planejamento que não conectam tão claramente as propostas de mudanças do prédio com as de processos, tecnologias e capacitação do quadro de pessoal.
Lauro e sua equipe conhecem MUITO da dinâmica do Mercado da Saúde e das particularidades de Cidades “que estão fora do eixo praia e pizza como ele mesmo diz”…
Tem nos ajudado a planejar o crescimento com cuidado e mostrado os melhores caminhos para evitar riscos na jornada de implantação de nosso Novo CDI aqui em Sorriso, MT.
“Cuidado com o orçamento e com a viabilidade técnica da execução são alguns dos atributos dos trabalhos que a L+M tem realizado para a FFM da USP como Projetista e Gestora de Implantação das transformações que temos realizado”
Escolhemos uma empresa para nos acompanhar em todos os passos da implantação do Hospital. Além da gestão da prestação de contas ao Agente Financeiro sobre os Custos de Investimentos que financiamos.
Também nos apoiou na Gestão de Implantação da USINA FOTOVOLTAICA, a 1ª do Brasil a suprir um Hospital inteiro. Economizaremos mais de R$ 1,5 milhão ao ano de Energia Elétrica.
“Os conteúdos digitais e os games de avaliação de retenção foram a forma mais eficiente que encontramos para capacitar nossos 200 funcionários para melhoria de nossos processos e comportamentos.
Os principais focos foram Farmácia, Gestão de Leitos, Prescrição Médica e outras 4 dores. As histórias criadas pela Equipe da L+M e Marcelo Boeger foram desenhadas para nossa realidade.
O modelo de capacitação da L+M combinou diagnóstico prévio das dores no local, redesenho dos processos, palestras motivacionais e os conteúdos e games acessados via WEB.
O custo foi muito menor e a retenção muito maior que nossas outras experiências de treinamento.
A aferição de absorção é instantânea. Mas as próprias chefias tem que estar maduras para interpretar as notas, as vezes baixas, de suas equipes como oportunidades de melhorias”